Bem-vindos, agora são 10:37 em Natal

Prefeito de Natal

Turismo


Sabemos bem da importância do turismo para todo o Nordeste e especialmente para Natal, tanto que a nossa gestão tem investido muito mais recursos que aqueles destinados à Secretaria de Turismo. Somente na produção e divulgação do Natal em Natal, uma extensa programação religiosa-cultural que se estende de novembro a janeiro, incrementando a alta estação, são alocados mais de R$ 6,6 milhões. Nas campanhas de enfrentamento ao chamado sexo-turismo, lançadas a partir de 2003, a Prefeitura já acumula gastos em torno de R$ 150 mil. Em folheteria, na produção de anúncios em revistas especializadas de alcance regional ou nacional e na divulgação do calendário de eventos da cidade, distribuído mensalmente em hotéis, bares e restaurantes, pode ser contabilizado um montante de mais de R$ 30 mil, sem falar nos investimentos no carnaval e no carnatal, a micareta da cidade, que é uma parceria público-privada.

Afora isso, podem ser elencadas diversas ações de marketing que não envolvem recursos diretamente mas que servem para valorizar o destino Natal, como a viabilização de programas como o Hoje em Dia da TV Record, o Sérgio Rocha Turismo e Lazer da TV Clube de Ribeirão Preto e o programa Fã, de Ribeirão Preto e Franca, em São Paulo, o Roteiro de Viagem da TV Poços de Caldas, de Minas Gerais, o programa Decole, da TV Educativa de Salvador, Bahia, sem falar na parceria com o Ministério do Turismo para a realização do programa Aquarela do Brasil, levado a 19 países da América e da Europa e na realização de vários fantours de jornalistas dos principais veículos de comunicação do Brasil.

Tais ações resultaram muito proveitosas para a cidade. Segundo a Fundação Instituto de Pesquisa Econômica, Natal foi classificada como a oitava capital do país mais visitada por turistas estrangeiros, numa tendência observada desde 2004, quando atingimos o índice de 3,2% e dobramos no ano seguinte para 6,6%. No ano de 2007, nossa cidade foi apontada como a melhor destinação turística do Brasil pela Associação das Agências de Viagem do interior do Estado de São Paulo. São dados ainda a considerar, segundo o jornal Gazeta Mercantil de São Paulo. Estamos entre os 41 municípios mais dinâmicos pelo índice potencial de consumo, que também leva em consideração a presença de nossos visitantes.

Para apoiar esta atividade que representa 27% do produto interno bruto de Natal e que gera mais de 150 mil empregos diretos e indiretos entre nós, a Prefeitura desenvolveu uma série de projetos e ações, dentre eles a Bolsa de Oportunidades de Negócios Turísticos e Imobiliários do Rio Grande do Norte, a implantação de cinco boxes de informação turística em Ponta Negra, na zona Sul, na Redinha, na zona Norte, no corredor cultural entre a Ribeira e a Cidade Alta, no Centro, na entrada da cidade na divisa com Parnamirim, e um móvel, cujos recursos já estão assegurados junto à Caixa Econômica Federal, a implantação de estação marítima de passageiros no porto de Natal, que está em fase de licitação, a criação do primeiro heliporto da cidade, às margens do rio Potengi, cujo projeto está em fase de tramitação na Secretaria de Trânsito e Transporte Urbano, além de dois projetos de parceria público-privada: a revitalização do Hotel dos Reis Magos pelo grupo Pernambuco Hotéis e o projeto da Marina Internacional de Natal a ser construída por um grupo espanhol, cujos trâmites nas três esferas de governo foram vencidos e que se encontra há cinco meses em exame por parte da Câmara Municipal. Ambos estão localizados na região leste da cidade.

Cuidou ainda a Prefeitura da participação em feiras, congressos e workshops no país e no exterior, além de promover oficinas de inglês para garçons, taxistas e vendedores do comércio e seminários para guias turísticos e policiais. Também tem sido uma prática da Prefeitura de Natal a recepção aos navios de cruzeiros turísticos a partir do mês de novembro, com distribuição de folders e montagem de shows regionais e mostras de artesanato. Por fim, dedicou-se a administração municipal à implantação do turismo de eventos, uma atividade que diminui o impacto negativo da baixa estação, gera divisas, trabalho e renda, amplia a média de permanência de nossos visitantes e traz um efeito multiplicador para empresas de serviços.